No dia sete do mês de julho do ano de dois mil e
vinte às vinte horas na sala virtual meet.google.com/zni-rtkv-kab aconteceu Reunião Remota da Setorial Dança
Norte SC, divulgado nas redes sociais da Setorial Dança Santa Catarina e da
Aprodança. As pautas discutidas foram: Apresentação introdutória da Lei Aldir Blanc, com Mary
Elisabete Benedet (Coordenadora de Operacionalização da Lei Aldir Blanc da
Fundação Catarinense de Cultura); Desdobramentos sobre a Lei Aldir Blanc, com
Liliane Alvez da Fundação Catarinense de Cultura; Apresentação do Edital Elisabete
Anderle 2020, com Luiz Nilton Corrêa (Presidente da COA 2020 / Fundação
Catarinense de Cultura); Relato sobre as organizações das Setoriais das
mesorregiões de Dança em Santa Catarina (Maxwell Sandeer Flor do Conselho
Estadual de Cultura) e Relato sobre a Proposta de Protocolo de Funcionamento de
Escolas de Dança SC, com Agna Muller (Aprodança). Estavam presentes na reunião remota: Maxwell Sandeer Flor, Andressa Borges Gomes Flor, Annie Chamee Dias, Bia Mattar,
Tadeu Ribeiro, Luiz Nilton,
Liliana Alvez, Agna Muller,
Kathellen Klein, Carolina Rios, Alice Cristine Schnornberger, James Vinícius Portela da Luz, Erika
de Moura Nessler, Karine Livian, Ana Flavia NicolottiScapin, Mary
Elizabeth Benedet, Bruna Lorrenzzetti, ScheilaMelatti, Rodrigo Jurck, Naiade Schardosim, Aline Martins, Eliseo Lemos e Alex
Santana. Após uma breve fala do
presidente do Conselheiro Estadual Maxwell Sandeer Flor passou a palavra para o
representante Tadeu Ribeiro que saudou todos os participantes e destacou o
quanto é importante a região se encontrar para esses encontros. Em
seguida Mary iniciou sua fala sobre a Lei Aldir Blanc, e aplicação do Mapa
Cultural, sublinhando que nosso mapa é uma “radiografia do nosso Estado”,
dizendo que a ação é de todos para todos, sendo que esta se pensando o repasse
da melhor forma possível. Liliana Alvez, fez uma breve explanação dos
desdobramentos da Lei Aldir Blanc, e disse que foi encaminhada ao Governo a formação
de uma Comissão de operacionalização e Operacionalização da Lei Aldir Blanc. Tadeu
pergunta: Como levar as informações para os gestores? Liliana responde: Todos
devem estar cadastrados no Mapa Cultural SC, além disso a busca ativa de
agentes culturais por município é uma estratégia necessária para a destinação
dos recursos da Lei Aldir Blanc. Deve-se se organizar e formalizar a
comunicação. Maxwell fala sobre o Estudo de Impacto Econômico da Dança em Santa
Catarina, e cita a pesquisa realizada. Alex Santana: Descreve que seu município não tem Fundo Municipal
de Cultura, e nem Conselho Municipal de Cultura existe. E gostaria de saber se
seu município com essas condições irá receber o recurso. Liliana responde: Todos os municípios vão
receber o recurso, porém precisa da participação em conjunto da sociedade civil
e do governo municipal para a destinação correta. O objetivo é dar suporte aos
agentes e espaços culturais. E o Mapa Cultural SC é a forma de busca ativa de
fazedores de cultura em nosso estado. Agna pergunta: Os grupos de dança que não
são formalizados como funcionará o repasse? Liliana responde: Os grupos poderão receber o valor
mínimo e a prestação de contas é feita por recibo simples. Maxwell passa a palavra para
Luiz Nilton, ele se apresenta e explica sobre o Edital Elisabete Anderle 2020,
e também fala que para participar do Edital precisa ser inscrito no Mapa
Cultural SC. Agna pergunta:
Qual a diferença de resultado de trabalho entre a pesquisa e a produção no
Edital Elisabete Anderle? Luiz
responde: A pesquisa é o início de tudo, que, por exemplo, pode se levar a um
documentário. Destaque a importância de pelo menos apresentar uma proposta de
audiovisual para compartilhar os resultado da pesquisa. Bia Mattar pergunta:
Sobre o edital de pareceristas. Luiz responde: Que nesse ano foi realizado um
edital para pareceristas, pois foi uma das questões observadas pelo Conselho
Estadual de Cultura ano passado, e foi atendido pela FCC. Maxwell depois fala
sobre a pauta das setoriais e destaca que já temos organizado 4 Setoriais das
mesorregiões de Santa Catarina: Sul, Norte, Oeste e Serrana, e que ainda falta
formarem da Grande Florianópolis e Vale do Itajaí. Agna relata sobre a Proposta
de Protocolo de Funcionamento das escolas de Dança de SC, com as
especificidades na área da dança em período de pandemia. Tadeu disse que leu o relato e parabeniza a
proposta do protocolo, pois acredita ser a forma de valorizar os espaços. O Conselheiro
estadual de Cultura Maxwell Sandeer Flor abriu fala para considerações finais e
encerrou a reunião as vinte e uma e trinta minutos, e não havendo mais nada
para relatar sobre a Reunião Remota da Setorial Dança Norte SC, que acompanha
de imagem da reunião virtual e Card da Divulgação. Eu Andressa Borges Gomes
Flor lavro esta ata.
Setoriais das Mesorregiões de SC
quarta-feira, 8 de julho de 2020
sexta-feira, 3 de julho de 2020
[CONVITE] Reunião Remota – Setorial Dança Norte SC
Vimos
por meio deste, CONVIDAR todos os agentes culturais da linguagem da dança e
gestores da pasta de cultura da Mesorregião do Norte Catarinense para Reunião Remota - Setorial Dança Norte SC,
no dia 06 de julho de 2020, às 20 horas, na seguinte plataforma digital: meet.google.com/zni-rtkv-kab para
dialogar sobre as seguintes pautas:
-
Desdobramentos sobre a Lei Aldir Blanc, com Liliane Alvez da Fundação
Catarinense de Cultura;
-
Relato sobre as organizações das Setoriais das mesorregiões Dança SC, com
Maxwell Sandeer Flor do Conselho Estadual de Cultura;
-
Relato sobre a Proposta de Protocolo de Funcionamento de Escolas de Dança SC,
com Agna Muller da Aprodança;
-
Apresentação do Edital Elisabete Anderle 2020, com Luiz Nilton Corrêa,
Presidente da COA do Edital e Técnico da Fundação Catarinense de Cultura.
A
primeira pauta trata-se das necessidades de informações de como pode encaminhados
a utilização dos recursos da Lei Aldir Blanc, orientando os gestores municipais
de cultura sobre a Lei 14.017/2020 e MP 986/2020.
Desde
já agradecemos pela atenção nesse canal virtual e aguardamos sua presença para
estreitar encaminhamentos coletivos na política pública de cultura catarinense.
Setorial
Dança Norte Santa Catarina
Setorial
Dança Santa Catarina
quinta-feira, 2 de julho de 2020
CARTA COLETIVA - Setorial de Dança Oeste Catarinense
CARTA COLETIVA
Aos Gestores da Pasta de Cultura dos Municípios da Região Oeste de Santa
Catarina
Tendo em vista a PL 1075/2020 - Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, que dispõe
sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural, a serem adotadas durante
o estado de calamidade pública – reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de
20 de março de 2020 –, que fora aprovada na Câmara de Deputados Federais em 26
de Maio de 2020, e com unanimidade aprovada no Senado em 4 de Junho de 2020,
nesse momento aguardando sansão presidencial – com prazo máximo até 30 de Junho
de 2020 –, a Setorial de Dança Oeste
Catarinense vem, através desta Carta Coletiva, solicitar um posicionamento da
Gestão Municipal em relação à Lei Aldir Blanc.
Segundo o Art. 2º da Lei:
“A União entregará aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, em
parcela única, no exercício de 2020, o valor de R$ 3.000.000,00 (três bilhões
de reais) para aplicação, pelos Poderes Executivos locais, em ações
emergenciais de apoio ao setor cultural por meio de:
I - renda emergencial mensal aos trabalhadores e trabalhadoras da
cultura;
II - subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais,
microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e
organizações culturais comunitárias que tiveram suas atividades interrompidas
por força das medidas de isolamento social; e
III - editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços
vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de
agentes, de espaços, de iniciativas tais como cursos, produções (inclusive
audiovisuais), de desenvolvimento de atividades de economia criativa e economia
solidária, de manifestações culturais, bem como à realização de atividades
artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou
disponibilizadas por meio de redes sociais e outras plataformas digitais.”
Ainda, conforme o Art. 3º, inciso II,
que trata dos valores repassados aos Municípios – 50% do montante total (R$ 1,5
bilhão) –, a lei determina que o valor destinado a cada município será
calculado da seguinte forma: “20% (vinte por cento) de acordo com os
critérios de rateio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e 80%
(oitenta por cento) proporcionalmente à população”.
Nesse sentido, a Confederação
Nacional de Municípios (CNM) disponibilizou em 03 de Junho de 2020, a previsão
de valor que cada município deverá receber:
Portanto, considerando que, de acordo
com o parágrafo 1º do Art. 3º: “Os Municípios terão prazo máximo de 60 dias, contando da data de
recebimento do recurso, para a destinação prevista no Art. 2º desta Lei”. E que, conforme o parágrafo 2º do
mesmo artigo: “Os recursos não destinados ou que não tenham sido objeto de programação
publicada no prazo máximo de 60 dias após a descentralização aos Municípios
deverão ser automaticamente revertidos ao fundo estadual de cultura do Estado
onde o Município se localiza ou, na falta deste, ao órgão ou entidade estadual
responsável pela gestão desses recursos”.
Nós, Profissionais da Dança, Membros da Setorial de Dança Oeste
Catarinense viemos, por meio dessa, solicitar posicionamento da Gestão
Municipal de Cultura com relação aos procedimentos que já estão sendo tomados
frente a possível aprovação da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.
SETORIAL DE DANÇA OESTE CATARINENSE
Adriana Antunes - Live Of Dance - Lajeado Grande
Adriana Biazussi Lolatto - Instituto Cultural de
São Lourenço do Oeste / Espaço Dança - Chapecó
Alex Ercego Roden - Grupo Expressão do Ritmo-
Academia Training Park - Chapecó
Aline Bazzo - Departamento de Cultura de Salto
Veloso
Analie Pasquali - Departamento de Cultura de
Herval do Oeste
Andressa Traiczuk - Espaço Bela Dança - Joaçaba
Bianca Pinheiro - Departamento de Cultura de
Lebon Régis
Carla Mombelli - Espaço Dança - Chapecó
Carlos Pinheiro - Grupo de Danças
Tradicionalistas Gaúchas - São Miguel do Oeste
Carolina Pereira da Silva - Soul Move / SP Dance
School - Chapecó
Carolina Alana da Silva - Eti Ballet - São
Miguel do Oeste
Claudemir Rodrigues - Instituto Cultural de São
Lourenço do Oeste / Corpo Municipal de Dança de Abelardo Luz
Cleci Maria Wathier Da Silva - Grupo de Danças
Ítalo Germânico - São Miguel do Oeste
Damiana Fernandes de Melo - Secretaria de
Cultura de Chapecó
Daniela Badin Moreira - Maravilha
Danrlei Barboza dos Santos - Casa da Cultura de
Herval do Oeste
Diane Cristina Tanques - Espaço Artístico MovArt
- Joaçaba
Diego Gonçalves - Cia de Dança Expressão Corpo e
Arte - Xanxerê e Ipuaçu
Eliezer Pandolfo da Silva - Escola de Dança
Santa Orlan - Itapiranga
Elisângela Rubia Rockenbach Vieira - Vanessa
Batistello Escola de Dança - Chapecó
Etienne Kaiut Schemberger Klein - Eti Ballet -
São Miguel do Oeste
Francielli Silva - Grupo Passos do Sul - Chapecó
Gabriel de Oliveira Silva - Street Queens -
Fraiburgo
Gabriel Eusébio Vicentin Seibel - Centro de Arte
Paola Zonta - Pinhalzinho
Gerson dos Santos - Departamento de Cultura de
Monte Carlo
Géssica Lisiane Ferreira Marques - Escola de
Arte e Dança Géssica Marques - Maravilha
Gisele Fenili - SESC Caçador
Heidi Wachter Zuge Schaly - Espaço Bela Dança -
Joaçaba e Treze Tílias
Heloísa Fabian Battistella Lasta - Academia
Corpo Vital e Diogo Lasta Personal Trainer - Catanduvas e Jaborá
Igor do Espírito Santo da Cruz - Espaço
Artístico MovArt - Joaçaba
Jeferson de Quadros Moreira - Maravilha
Jenifer dos Santos - STUDIO D Corpo Em Movimento
- Caçador
Jessica Rodrigues – Cultura de Jardinópolis
Jocimar de Quadros Moreira - CTG Herança Gaúcha
/ CTG Fronteira da Querência - Chapecó
Joekson de Quadros Moreira - CTG Estância do
Rincão - Quilombo
José Veríssimo Brisola - Grupo de Danças Gaúchas
de Veteranos do CTG Porteira Aberta - São Miguel do Oeste
Josiano Guilherme Puhle - Arte e Movimento -
Ibicaré
Jucinéia Zantedeschi Campagnollo - Escola de
Artes de Chapecó / Grupo de Ballet Com...Passos - Planalto Alegre
Julio Cezar Alberguini - Cia 1 - Joaçaba
Julvane Bianchin - Arvoredo
Kauê Nathan Rodrigues - La Danse Studio Company
- Chapecó
Laudiani Gonçalves - Sttylu'S Dance - Campo Erê
Leila Inês Franz Coelho - Invernada Artística
Amizade Sem Fronteiras - São Lourenço do Oeste
Luana Pandolfi Lima - Studio de Dança Luana Lima
- São Lourenço do Oeste
Luiz Israel - Estúdio de Dança Teatro Alfredo
Sigwalt - Joaçaba
Malu Zardo - Estúdio de Dança Malu Zardo -
Caçador
Marcelo Siqueira - What’s Up Dance Crew -
Pinhalzinho
Marcia Araldi - CRAS / SCFV - Bom Jesus
Mariane Kerbes - La Danse Studio Company /
Vanderleia Pavoski Studio de Dança - Chapecó e Xanxerê
Mariane Santos Ribeiro - Studio Apple -
Fraiburgo
Marina Epeling - Cuore Jazz Dance - Videira
Marinalda Bedin - La Danse Studio Company -
Chapecó
Matheus Togni Spiecker - CTG Amizade sem
Fronteiras - São Lourenço do Oeste / CTG Sinuelo da Fronteira - Dionísio
Cerqueira / CTG Portão do Oeste - Itapiranga
Mickaela Andressa Herbert - Grupo de Danças
Ítalo-Germânico - São Miguel do Oeste
Mônica Machado - Studio M Grupo de Dança -
Videira
Monica Pozzebon - Espaço de Dança Superativo /
Projeto Social Alegria de Viver - Joaçaba e Campos Novos
Nágila Karina Castaldello Sabino - Casarão Das
Artes - Quilombo
Nicoli Battiston - Vanessa Battistello Escola de
Dança - Chapecó
Olguin Ricardo Metz - Grupo Municipal de Danças
de Arabutã / Grupo de Danças da Escola de Educação Básica de Arabutã /
Grunnenthal Wolkstangruppepo de Nova Estrela / Grupo de Danças Germanicas
Sonnensthal - Arabutã
Paola Zonta - Centro de Arte Paola Zonta /
Experimental de Dança de Pinhalzinho
Patrícia de Lara - Move Studio de Dança e Saúde
- Chapecó
Patrick Juliano Zancanaro Campos - Federazione
Folk La Serenissima - Pinhalzinho
Pedro Alexsandro Rodrigues Cavalheiro -
Fraiburgo Dance Company / EEB Gonçalves Dias - Fraiburgo
Rute Tatiane Kuhn - Tanz Gruppe Heiliger Joseph
- São Lourenço do Oeste
Samuel de Paula - Soul Move Centro de Danças
Urbanas - Chapecó
Sergio Moacir de Borba A.R.A.D. - Espaço Dança -
Chapecó
Sirlei Martins Ferrasso - Prefeitura Municipal
de São Miguel do Oeste
Sonia Cristina Della Torres Briancini - Cia de
Dança Realce - Cordilheira Alta
Tiago dos Santos - Casa da Cultura de Concórdia
Vanessa Batistello - Vanessa Batistello Escola
de Dança - Chapecó
Whatana Girotto - Whatana Girotto Pilates e
Dança - Videira
Yuka Dhiana Miranda Piovezan - Expresso da Dança
- Faxinal dos Guedes
APRODANÇA SC – Associação Profissional de Dança
de Santa Catarina
Oeste Catarinense, 23 de Junho de 2020.
terça-feira, 30 de junho de 2020
ATA REUNIÃO DA SETORIAL DE DANÇA OESTE CATARINENSE – 17/06/2020 - Noturno
Aos dezessete dias do mês de junho
do ano de dois mil e vinte, às dezenove horas reuniram-se na sala de virtual https://meet.google.com/iwg-tedy-fva, estavam reunidos vinte e quatro artistas, autoridades e
representantes das escolas de dança de Santa Catarina para uma reunião do
setorial de dança do Oeste Catarinense, a convite de Paola Zonta e Diego
Gonçalves, articuladores do setor. Estavam presentes: Diego Gonçalves, Rute
Tatiane Kuhn, Marcia Araldi, Paola Zonta, Tanise Machado, Francielli Calgaroto,
Micaela Herber, Sirlei Ferrosso, Marcelize Paz Leonardi da Silva, Yaka Dhiana
Miranda Piovesan, Marcia Sartoretto, Jeferson de Quadro Moreira, Rozana Ecker,
Vasselai Metz, Carmen Tereza Salvine, Julvane Bianchin, Josiano Guilherme
Puhle, Lara Traiczuk, Eliezer Pandolfi da Silva, Pedro Cavalheiro, Luana
Pandolfi Lima, Maxwell Sander Flor, Olguin Ricardo Metz de Arabutã, Adriana
Biazussi Lolatto. Registrou-se que foi realizado o convite para a, “Reunião do
Setorial de Dança do Oeste Catarinense”, chamada feita por Paola Zonta, uma das
articuladoras do setor, nas redes sociais para discutir a seguinte pauta: Paola
Zonta faz as devidas saudações e agradecimentos a todos que se depõem a estar
presente, discutindo assuntos de interesse para a união do setor da Dança no
Oeste de Santa Catarina. A mesma trás esclarecimentos de quais são os órgãos
culturais nacionais e estaduais, apresentando estatísticas de quantos
municípios que abrangem a Mesorregião do Oeste Catarinense. Diego Gonçalves,
também articulador da conversação cumprimenta a todos e convida que os
participantes se apresentem. Após as apresentações é feito um relato esclarecendo
a cerca da Lei Aldir Blanc, PL 1075. Sendo enfatizada a importância do Cadastro
de Agentes e Espaços Culturais de Santa Catarina no “Mapa Cultural SC”. O mesmo
ressalta a importância desse encontro para fortalecer um coletivo no que tange
as políticas públicas para a Cultura na região Oeste. Esteve presente Maxwell
Sander Flor, representante da Mesorregião Sul, titular do setor de Dança e do
Conselho Estadual de Cultura- Gestão 2019/2020. Em sua fala trouxe informações
sobre a Aprodança, a Fundação de Cultura e o Edital Elisabete Anderle,
sugerindo que os interessados obtenham orientação profissional para formar os
editais para captação dos recursos. Pede que seja formulado oficialmente o
Setor da Mesorregião Oeste, criando um regime interno e elegendo um novo
representante sendo que Damiana Fernandes de Melo colocou a disposição sua
representação do setor. É definida por sugestão que seja feito uma carta de
princípios assinada pela Aprodança para ser encaminhada para os gestores dos
municípios do Oeste. Comunicou que dia vinte e sete de junho será realizada a
reunião aplicada com a assembleia para eleição da nova diretoria da Aprodança.
O mesmo encera sua consideração desejando sucesso e união, esclarece que a
Aprodança dá toda a acessória necessária para os encaminhamentos. Para encerar
os esclarecimentos os articuladores pedem especial atenção aos procedimentos da
GT das Escolas de Dança, para discutir demandas pertinentes aos Gestores e
Profissionais de Escolas de Dança e GTs de Santa Catarina. Não havendo mais
nada para relatar sobre a Reunião Ampliada, que acompanhado de imagem (anexo)
da reunião virtual, e deliberação textual via redes de WhatsApp da Aprodança e
Setorial Dança SC, eu Adriana Biazussi Lolatto lavro esta Ata.
ATA REUNIÃO SETORIAL DE DANÇA OESTE DE SANTA CATARINA – 17/06/2020 - Vespertino
No
dia dezessete do mês de Junho de dois mil e vinte estavam reunidos às quatorze
horas, na sala virtual https://meet.google.com/vxy-wstv-ymb, artistas de Dança da Região Oeste de Santa
Catarina, que serão apresentados a seguir. Registramos que foi realizado
convite para este Webnário nas redes sociais para discutir as seguintes pautas:
Mesorregião Oeste Catarinense; Fortalecimento das Setoriais de Dança;
Aprodança; Sistema Nacional de Cultura; Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc;
Lei de Emergência Cultural Estadual; Editais de Cultura; Especificidades da
dança para protocolo de retorno às aulas.Paola Zonta agradece à todos que
entraram na reunião. Explicou que este diálogo iniciou em Março com as escolas
particulares da região, e agora pensaram em abrir para mais profissionais da
Dança, sem incluir os alunos por enquanto. Explica que a pauta de hoje será somente
um início, para que possamos seguir neste diálogo. Diego Gonçalvez também
explica a importância deste coletivo de Dança, para avançar enquanto setorial e
políticas públicas. A idéia hoje é um primeiro contato, auxiliar todos e
fortalecer a região Oeste.Paola apresenta que temos 295 municípios em Santa
Catarina, divididos em 6 mesorregiões. Grande Oeste representa 40% do estado.
Temos 118 municípios nesta mesorregião e somos muitos, onde podemos ter mais
representatividade.Cada pessoa se apresenta, e diz sua atuação; Vanessa
Batistello de Chapecó. Tem escola de Dança em Chapecó, Vanessa Batistello
Escola de Dança e tem um curso de capacitação para professores. Paola Zonta de
Pinhalzinho, Centro de Arte Paola Zonta. Diego Gonçalvez de Xanxerê, Compania de
Dança Expressão Corpo e Arte. José Veríssimo
Brisola, São Miguel do Oeste, professor de dança de salão e danças gaúchas
tradicionais e trabalha na secretaria de cultura. Diana Cristina Tanques
do Espaço MovArt, Joaçaba e Herval do Oeste. Márcia
Modzeleski Assessora de Cultura de Videira, Secretária de Cultura, Tem um
Núcleo de Dança no Município e a coreografa e professora Gislei não pode se
fazer presente. Pascoal Fioravanti de
Capinzal, grupo Raízes e grupo Raízes do Sul. Alex Ercego de Chapecó,
Trainning Park. Jucinéia Zantedeski Campagnolo de Chapecó e Planalto Alegre,
Escola de Artes, Ballet Clássico. Laudiani Gonçalves, Campo Erê, diretora e coreógrafa do
grupo Sttylu'S Dance, trabalha na saúde com Dança e tem uma escola particular
da Dança em Campo Erê. Daiana Sales de Pinhalzinho, Trabalha no Centro de Arte
Paola Zonta com Baby Class. Patrick Zancanaro de Planalto Alegre, Nova
Erechim e Pinhalzinho. Grupos Folclóricos. Federazione
Folk La Serenissima, Gruppo Folklorsitico Piave de Pinhalzinho, Gruppo
Folkloristico Il'Tramonto de Planalto Alegre, Gruppo Folklorstico Mesa Luna de
Nova Erechim. Gessica Marques, tem escola de Dança em Maravilha, Professora de
Ballet classico, em Maravilha, Cunha Porã e Romelândia. Heloisa Lasta
Baptistella de Catanduvas, Professora de Ballet. Adriana Biazus Lolatto, trabalha no Instituto Cultural de São Lourenço D' Oeste e
na Espaço Dança de Chapecó. Vanessa Pescador de Chapecó, Dança Urbanas na Escola de
Artes de Chapecó. Whatana Girotto de Videira, Escola de Dança e Fisioterapeuta.
Etienne Kaiut
Schemberger Klein de São Miguel do Oeste, tema Escola Eti Ballet. Udiane Presila
Thomae de Pinhalzinho. Graciela Conçeição dos Santos de Pinhalzinho, trabalha
dança com idosos. Tiago dos Santos de Concórdia, trabalha na Secretaria de
Cultura de Concórdia e Danças Urbanas. Gabriel Luiz Carr de Joaçaba, tem
a Compania de Dança Oasis. Gisele Fenili de Caçador, é professora de Ballet e
Dança Escolar. Samuel de Paula de Chapecó, tem a Soul Move Centro de Danças
Urbanas e SP Dance School, é representante da setorial de Dança de Chapecó.
Damiana Fernandes Melo, representando a secretaria de Cultura de Chapecó. Marco
Aurélio Cruz Souza de Blumenau, representando a Aprodança e Ambar, se apresenta
e diz que é muito importante pensar a Dança como área de conhecimento. Precisa
sair da sala e aula e ver o que acontece no todo. Precisamos profissionalizar
um pouco. Diz que criou a primeira turma de graduação de Dança em Santa
Catarina na Furb. Fala sobre seu mestrado e doutorado na Europa, onde viu uma
forma de se tratar a Dança de forma mais profissional. Explica que professor de
Dança é uma profissão e deve ser tratada como tal. Explica que a Aprodança é
uma associação única no estado, e se movimentou neste momento para auxiliar a
classe. Diz que a Aprodança luta contra o CREF e lutará sempre, mesmo que sendo
formado em Educação Física, pois a Dança é uma área de conhecimento própria e é
arte. Explica que descentralizar é ótimo para ampliar a associação, e que terá
uma reunião no sábado para votação de entrada de 3 conselheiros de vacância. O
e-mail para se associar é aprodanca@gmail.com. Pede que a setorial Oeste não pare depois da
pandemia. Diz que fica muito desigual a contemplação de editais nas cidades do
Oeste se não tivermos representatividade. Assim conseguimos ver que a Dança é
muito maior do que imaginamos. Que temos pouca dança profissional, apenas a
companhia Cena 11 em Santa Catarina que precisa de editais para pagar seus
bailarinos. Precisamos criar plateia além dos espetáculos de finais de ano. A
Aprodança precisa dialogar com as todas as setoriais, para chegar nos políticos
com a mesma idéia. Explica que arte é muito mais importante que a cultura. Cita
um livro que diz que cultura é quase tudo, que precisamos de arte é única e
precisa de um ministério das artes. Que os políticos não farão nada por nós,
pelo contrário, pois eles nos consideram supérfluos. Fica a disposição para
dúvidas. Diz para todos se cadastrarem na Funarte e Estadual. Damiana diz que
teve fóruns regionais, e cada região elegeu representantes para conselheiro
estadual. Foi eleito Maxwel em Florianópolis, e Damiana se colocou a disposição
para região Oeste, mas agora pediu desligamento e diz que terá nova eleição
para um novo representante. Diego sugere que seja a Paola Zonta indicada para a
vaga. Diego diz que pretendem chamar outras pessoas para explicar editais, a
lei Aldir Blanc, e que precisamos tomar forma enquanto setorial para se ajudar.
Damiana diz que o secretário de cultura de Chapecó já está criando um
formulário específico para repassar a verba. Vanessa diz que o primeiro passo
para conseguir a verba é ir na prefeitura no setor de Cultura e ver se estão
articulados para receber a verba. Paola diz que precisa se articular e fazer
pressão e fiscalização. Que precisamos correr atrás pois estamos sem um gestor
macro. Não temos nem MINC mais. Diego diz que os municípios precisam estar
organizados para receber o recurso que vem da lei, e que esse grupo siga para
após a pandemia para entender melhor as leis e editais. Paola explica que
existem 3 formas de receber o subsídio: pessoa física em formato de apoio
emergencial em 3 parcelas de R$600,00 para artistas. Apoio para espaços
culturais, de R$3.000,00 a R$10.000,00, e não consta quantos meses irá
beneficiar. Damiana explica que todos devem estar cadastrados no mapa estadual
de cultura em primeiro passo. Diz que em Chapecó já está organizando
formulários para repassar a verba. Diz que se você não está cadastrado você não
existe. Paola diz que precisa estar cadastrado no mapasc, e que deve cadastrar
pessoa física, grupos, espaços. Paola fala sobre a terceira parte da lei Aldir
Blanc que é para editais. Relembra que precisamos fazer mais editais. Marco avisa que teremos mais 4bilhões
aprovados a nível estadual também. E que precisamos escrever. Diego avisa que
também foi aberto também um edital da FUNARTE, foi colocado informações no
grupo sobre este edital. Paola apresenta a Catavento Produção Cultural para
escrever projetos na região. Damiana explica que a medição do gestor público
para atender as demandas de cada área é a articulação da classe, para aparecer.
Pascoal pergunta se é aconselhável os profissionais irem na prefeitura
perguntar sobre a lei. Paola diz que uma pessoa sozinha não tem tanta voz do
que um grupo. Marco sugere criar uma carta do grupo para todos levarem a suas
cidades. Jucinéia diz que criar editais é difícil pois a sala de aula toma
muito tempo, e não podemos mandar qualquer projeto, precisamos escrever bem.
Adriana diz que em São Lourenço está ótimo, bem dividido e que está tudo
correndo bem. Diz que primeiro precisa se cadastrar e também estudar um pouco a
lei pra entender e cobrar. Diz que as classes precisam se unir. Diana diz que
tudo isso é muito novo pra ela, e que ela quer se engajar. Paola diz que o
pessoal do teatro é bem articulado, que a Dança tem muito ego e pouca união. Que
podemos criar projetos e levar para toda a região. Marco diz que só pensamos em
pagar conta e não em fomentar para que o artista viva da sua arte. Pensar a
Dança para além da escola de Dança. Sugere-se uma carta de intenção sobre a Lei
Aldir Blanc, para que todos os profissionais tenham acesso para levar no seu
município. Dizendo que a setorial de Dança do Oeste vem dialogando sobre o
assunto, e se deixar a disposição para conversar sobre o assunto. Samuel diz
que tem um pessoal de Chapecó que também escreve projetos, vai passar o contato
no grupo. Que está iniciando também a se interar sobre o assunto de políticas
públicas. Paola sugere se reunir dentro de 15 dias. Foi avisado que não poderá ter publicidade no
grupo da setorial, tratará apenas de política pública. Não havendo mais nada
para relatar sobre a reunião, anexo imagem da reunião virtual, eu Vanessa
Batistello lavro esta ata.
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Pesquisa de Informações e Indicadores da Dança Oeste SC
No
período de 19 a 22 de junho de 2020, foi realizada pesquisa para levantar
informações sobre os artistas da dança do Oeste de Santa Catarina, sendo que
resultou na formação e organização de Grupo de WhatsApp com 110 membros, e duas
reuniões remotas no dia 17 de junho de 2020, com participação de 50 artistas da
dança do oeste catarinense.
Segundo
articuladora da setorial, Paola Zonta “A região Oeste Catarinense é a maior das mesorregiões de Santa Catarina,
possui 118 municípios, que representam 40% do estado. Possuímos um número
bastante grande de profissionais da dança, porém, os mesmos nunca foram
mapeados. Essa pesquisa nos dá um norte, nos possibilita pensar nossos pontos
fortes e nossas carências para sabermos qual direção seguir, principalmente,
visando o fortalecimento da nossa classe para a viabilização de políticas
públicas culturais e o desenvolvimento da dança na nossa região”, pontua.
Segue os
resultados da pesquisa realizada pela Setorial de Dança Oeste Catarinense:
Balanço Geral
93
questionários respondidos;
77
questionários válidos;
16
questionários duplicados e desconsiderados;
72
pessoas participaram da pesquisa;
Tendo
em vista que o grupo de WhatsApp da Setorial possuía no dia 22/06/2020, 109
membros cadastrados, e levando em consideração que 72 pessoas responderam ao
questionário, tivemos apenas 66% de
adesão dos profissionais.
Quem
trabalha em mais de um local, com perfil profissional ou perfil do grupo
diferente, respondeu ao questionário mais de uma vez, chegando assim aos 77
questionários válidos.
Perfil Profissional
51
Professores e Coreógrafos – 66,2% (Sendo que, 20 desses profissionais trabalham
em Grupos ou Projetos Municipais, ou seja, 26% dos 66,2%)
16
Escolas Particulares de Dança – 20,7%
10
Grupos Independentes (que sobrevivem sem o auxílio dopoder público) – 13%
Formação
58,4%
são formados ou estão cursando Educação Física (licenciatura e/ou bacharel);
22%
possuem formação em outras áreas (fisioterapia, filosofia, administração,
economia, pedagogia, letras, arquitetura, jornalismo, serviço social, etc);
7,8%
possuem formação na área artística (artes visuais ou artes plásticas);
11,7%não
possuem ensino superior;
Especialização
55,8%
dos profissionais possuem especialização;
52% possuem
especialização em nível de pós-graduação;
3,9% possuem
especialização em nível de mestrado;
Modalidades de atuação
29
profissionais atuam com Ballet Clássico;
28
profissionais atuam com Danças Urbanas;
23
profissionais atuam com Dança Contemporânea;
22
profissionais atuam com Dança Escolar / Dança Criativa;
18
profissionais atuam com Jazz;
14
profissionais atuam com Dança de Salão (forró, salsa, tango, etc);
12
profissionais atuam com Danças Folclóricas (italianas, alemãs, etc);
11
profissionais atuam Danças Tradicionalistas Gaúchas;
9
profissionais atuam com Danças Populares Brasileiras (frevo, maracatu,
maculelê, etc);
3
profissionais atuam com Ritmos;
2
profissionais atuam com Ballet Pilates;
2
profissionais atuam com Danças Árabes;
1
profissional atua com Dança Livre;
1
profissional atua com Dança Circular;
1
profissional atua com Dança Aérea;
1
profissional atua com Pesquisa;
Cidade
35
Municípios de abrangência sendo: Abelardo Luz – 1; Arabutã – 1; Arvoredo – 1; Bom
Jesus – 1; Caçador – 3; Campo Erê – 1; Campos Novos – 1; Catanduvas – 1; Chapecó
– 16; Concórdia – 1; Cordilheira Alta – 1; Faxinal do Guedes – 1; Fraiburgo – 1;
Guaraciaba – 1; Herval d’Oeste – 2; Ibicaré – 1; Ipuaçu – 1; Itapiranga – 1; Jaborá
– 1; Jardinópolis – 1; Joaçaba – 7; Lajedo Grande – 1; Lebom Régis – 1; Maravilha
– 3; Monte Carlo – 1; Nova Erechim – 1; Pinhalzinho – 5; Planalto Alegre – 2; Quilombo
– 2; Salto Veloso – 1; São Lourenço do Oeste – 5; São Miguel do Oeste – 8; Treze
Tílias – 1; Videira – 3; Xanxerê – 2
APRODANÇA
96,1%
não são associados e 3,9% são associados.
Link
do formulário:
Colaboração: Setorial Dança Santa Catarina
Articulação: Setorial da Dança Oeste Catarinense
sexta-feira, 26 de junho de 2020
Consulta Pública - Proposta de Protocolo de Funcionamento para Escolas de Dança SC
Este formulário
trata-se de consulta pública sobre sugestões e apontamentos para "Proposta
de Protocolo de Funcionamento para Escolas de Dança em período de Pandemia em
Santa Catarina", a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Cultura de
Santa Catarina.
Acesse o link abaixo e contribua com a
formulação do documento:
APRESENTAÇÃO
No dia 21 de 2020 a APRODANÇA - Associação de
Profissionais de Dança de Santa Catarina publicou em seu blog “Impactos
Econômicos na Dança em Santa Catarina em tempos de Pandemia” os agentes
culturais da dança discutiram a respeito da situação das escolas de dança
fechadas por questão do Decreto Estadual de isolamento social, que impactou principalmente
as escolas de dança. Para colher informações a respeito sobre o tema, o grupo criou questionário na plataforma Google que
no período de 16 a 20 de abril de 2020, foram colhidos 472 questionários
respondidos, sendo monitorando pelo Luciano Pinheiro dos Santos (Itajaí/SC).
Segue abaixo os indicadores subtraídos pela consulta pública:
1. O questionário foi disponibilizado por
meio de divulgação em redes sociais e por Whatsapp;
2. O questionário ficou disponibilizado na
plataforma Google entre os dias 16 e 20/04/20;
3. Foram respondidos 472 questionários. Nem
todas as perguntas foram respondidas, já que era opcional;
4. Deste total, 156 são proprietários de
Escolas de Dança, espalhadas por 58 municípios catarinenses;
5. Entre os participantes do levantamento de
dados estão 156 proprietários de Escolas de Dança, 339 professores de dança e
315 artistas de dança;
6. As cidades com maior representatividade
foram Florianópolis (24), Joinville (19), Criciúma (11), Itajaí (11), São José
(7), Balneário Camboriú (7), Blumenau (7) e Chapecó (6);
7. Sobre a reabertura da Escola de Dança, os
proprietários que responderam ao questionamento, informaram que 29% retornariam
imediatamente, 27% retornariam em maio, 13% em junho e 31% não tinham previsão
de reabertura;
8. Desde o início do isolamento social, as
Escolas de Dança deixaram de faturar em torno de R$ 1.250.000,00;
9. Entre os professores de dança e artistas
que atuavam em espetáculos de dança a perda de renda nos últimos 30 dias foi em
torno de R$ 613.000,00;
10. Destes profissionais, 67% não possuem
nenhuma outra fonte de renda, a não ser a Dança;
11. Em torno de 1.323 profissionais (entre
professores, atendentes, faxineiros) foram afetados com o isolamento social;
12. Os 49% dos entrevistados acreditam que
mesmo com os cuidados de higiene haverá chances dos alunos se contaminarem;
13. Sobre o questionamento de o aluno assinar
um termo de responsabilidade de cuidados pessoais de higiene, 53,5% acredita
que isentaria a Escola de Dança de qualquer responsabilidade, sendo que 46,5%
acha que não terá nenhuma validade a assinatura deste termo;
14. Sobre os cuidados que seriam adotados em
sala de aula quando da reabertura das Escolas de Dança, 76% recomendam uso de
máscaras, 79% utilizariam álcool em gel antes, durante e depois das aulas, 36%
reduziriam o nº de alunos por sala e 25% reduziriam o nº de aulas por semana;
15. Outras sugestões significativas quando do
retorno às aulas foram: a. Limpeza constante com álcool gel de barras,
colchonetes e demais acessórios de uso comum; b. Suspender aulas com crianças,
pois são mais difíceis de controle de higiene pessoal e contato físico; c.
Alterar os horários das aulas para que as turmas não se encontrem na recepção
da Escola; d. Evitar ao máximo contato físico durante as aulas; e. Manter as
salas arejadas, sem o uso de condicionadores de ar.
A Setorial Dança Santa Catarina e APRODANÇA –
Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina, no dia 06 de junho do
2020, em “Reunião Ampliada” entre as instituições acima citadas, criou “GT de
Escolas de Dança SC”, para discutir demandas pertinentes aos gestores e
profissionais de escolas de dança de Santa Catarina. Foi solicitado pelo
Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina (junho) para Setorial Dança SC e
Aprodança encaminhar “Proposta de Protocolo de Funcionamento para Escolas de
Dança em Período de Pandemia”. Sendo assim, o GT de
Escolas de Dança SC deliberou no dia 19 de junho de 2020, cronograma de
trabalho com objetivo de publicar proposta para “Consulta Pública” no dia 26 de
junho de 2020.
Ressaltamos que conforme a expansão e o aumento
do número de casos no Estado de Santa Catarina e mediante ao cenário atual, foi
desenvolvido “Proposta de Protocolo de Funcionamento para Escolas de Dança em
Período de Pandemia” para a retomada gradual de atividades de DANÇA, com todas
as medidas orientadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), para ser
encaminhada ao Conselho Estadual de Cultura - CEC.
PROPOSTA
DE PROTOCOLO DE FUNCIONAMENTO PARA ESCOLAS DE DANÇA EM PERÍODO DE PANDEMIA
1.
RETOMADA DAS ATIVIDADES
1.1.
INTRODUÇÃO
A Setorial de Dança Santa Catarina e
APRODANÇA, tem a segurança, propósito e valores, por isso tomamos diversas
ações para preservar o retorno seguro ao trabalho nas escolas de dança em Santa
Catarina.
Esta proposta de protocolo foi elaborada para
ajudar com informações importantes, alinhadas às recomendações oficiais dos órgãos
de vigilância competentes e especialistas no assunto.
Trabalhamos nela e nas ações implantadas
pensando na segurança e saúde de todos envolvidos.
1.2.
OBJETIVOS
- Retorno às escolas de dança de forma
gradual e de acordo com as regulamentações definidas pelo Governo do Estado de
Santa Catarina e por especialistas. As medidas serão modificadas e ampliadas de
acordo com a evolução da Pandemia COVID – 19;
- Retorno às atividades presenciais, também
gradualmente, garantindo a segurança dos alunos, professores e demais
funcionários;
- Retomar as operações de acordo com as
recomendações adotadas em cada cidade, estado e país onde operamos;
- Definir ações e necessidades para o retorno
ao trabalho seguro nas escolas de dança sem a presença de público. Manutenção
da eficiência e produtividade das apresentações e outras atividades
presenciais, continuidade das ações digitais e outras atividades desenvolvidas
no período de pandemia do coronavírus.
1.3.
PILARES DA RETOMADA
- Controle de acesso e presença nas aulas de
cada escola de dança serão,
obrigatoriamente e indispensavelmente, feitas
por chamada diária manual, efetuada por profissional de cada escola conforme
sua organização interna;
- Distanciamento social dentro das escolas
será mantido, não sendo permitido a permanência de alunos fora de seu horário
de atividade nas dependências da escola de dança;
- Fica obrigatório o uso de equipamentos de
proteção individual, materiais e insumos, como máscaras e álcool-gel, a fim de
mitigar o contágio;
- As escolas terão por obrigação organizar e
difundir campanhas de conscientização dos novos hábitos sociais.
2.
HOME OFFICE E RECOMENDAÇÕES PARA O RETORNO
Cada escola de dança deverá organizar
reuniões virtuais com a equipe envolvida com a finalidade de definir novas
condutas no processo de retomada das atividades, esclarecimento de dúvidas, se
necessário, além de orientar a respeito de novos fluxos, procedimentos,
materiais e outros insumos que deverão ser adotado por todos.
Assuntos que deverão ser amplamente
divulgados e esclarecidos:
- Uso de máscaras de tecido, laváveis, desde
a saída de sua casa até o seu retorno;
- As máscaras utilizadas em aulas/ensaios
deverão ser trocadas a cada 1 hora/aula ou antes, caso esteja umedecida antes
do término da aula;
- Orientação de uso e higienização das
máscaras de tecido;
- Orientações de higiene para os
colaboradores;
- Não será permitido o contato íntimo com
outras pessoas como abraço, beijo, aperto de mão etc.;
- Os alunos deverão chegar na escola,
pontualmente no horário de entrar na sala, com a roupa apropriada para a aula e
com cabelos já presos, evitando aglomerações na recepção e salas de espera;
- Não será permitido a permanência de
acompanhantes nas dependências das escolas;
- Ao chegar na escola de dança, na entrada,
após limpar o solado em pano contendo substância desinfetante, tire os sapatos
e coloque o calçado apropriado para sua aula. Os sapatos da rua, devem ser
colocados em local indicado e apropriado, reservado pela escola;
- Deverá ser evitado o uso de mochilas,
bolsas e sacolas. No caso de extrema necessidade, a escola deverá oferecer um
local onde deverão ser guardadas, fora da rota de passagem dos demais alunos e
preferencialmente em cabideiros para que não seja necessário manuseio de
fechaduras e maçanetas pelos alunos em questão;
- Ao retornar para casa, antes de entrar,
tire os sapatos e tenha um chinelo para calçar. Os sapatos devem ser colocados
em local reservado (exemplo: área de serviço ou área externa) para que possam
ser devidamente higienizados;
- Retire a roupa e a coloque para lavar;
- Se possível, vá direto para o banho;
- Higienize várias vezes suas mãos e braços
durante o dia: ao chegar e sair de casa, no trabalho, antes das refeições,
antes e após o uso dos sanitários, no uso de ambientes compartilhados, antes e
após contato com superfícies ou com outras pessoas;
- Na higienização dê preferência para água e
sabão, se não tiver, utilize álcool-gel;
- Realizar a etiqueta da tosse/espirro
cobrindo nariz e boca com lenço descartável.
3.
MEDIDAS GERAIS DE RETORNO
3.1.MEDIDAS
QUE VISAM EVITAR AGLOMERAÇÃO DE PESSOAS
- Rodízio: Turmas grandes e com poucas
disponibilidades de novos horários, poderão funcionar em sistema de rodízio,
utilizando de ferramentas virtuais e presenciais ao mesmo tempo para manutenção
da frequência de atividades, a fim de não exceder o número máximo de
participantes presenciais. Alunos farão rodízio em presencial e online, tendo
aulas no mesmo momento porém em espaços físicos diferentes, ficando a cada
escola definir critérios e sistemática para definição deste rodízio; Haverá
alternância dos alunos nas semanas, sendo que nos demais dias ficarão em suas
casas tendo acesso a aula virtual;
- Será limitado o número de participantes a
30% da capacidade máxima de bailarinos em cada sala de aula/ensaio, mantendo o
distanciamento mínimo de dois metros entre cada um;
- Manter em aulas virtuais alunos e
professores, e em Home Office funcionários que estão no grupo de risco
(hipertensos, diabéticos, cardiopatas, idosos, entre outros);
- Alunos deverão chegar na escola somente no
horário de sua aula e ir embora
imediatamente após o término da mesma. Alunos
com aulas seguidas, durante o intervalo para higienização das salas e seus
materiais, não será permitida a
permanência dos alunos nas dependências da
escola a fim de evitar aglomerações de pessoas.
3.2.
MEDIDAS DE CONSCIENTIZAÇÃO DE NOVOS HÁBITOS
- Ações efetivas de comunicação e
conscientização das equipes;
- Continuidade do uso de máscara e
higienização das mãos com álcool-gel;
- Enfatizar as orientações quanto a medidas
de lavagem das mãos com água e sabão ou com desinfetantes para mãos à base de
álcool;
- Monitoramento da saúde das equipes, através
de medição de temperatura e
desenvolvimento de sintomas, inclusive. Nos
casos em que algum membro das
equipes apresentar sintomatologia
respiratória, indicar a necessidade de avaliação médica;
- Recomendação para que todos tomem a Vacina
da Gripe (Trivalente - H1N1, H3N2 e Influenza B). A Vacina da Gripe não
apresenta eficácia contra o coronavírus, entretanto é fundamental na prevenção
de infecções respiratórias causadas por outros vírus, além reduzir a demanda de
pacientes com sintomas respiratórios nos serviços de saúde;
- Recomendação para que as pessoas não usem
telefones e/ou compartilhem
equipamentos de outras pessoas. Caso isso
seja extremamente necessário, realizar a higienização/desinfecção dos equipamentos
antes e após a utilização;
- Todos deverão levar uma toalhinha
individual e garrafa com água, pois os
bebedouros serão inutilizados .
3.3.
INTENSIFICAÇÃO DE HIGIENIZAÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO
- Adoção de medidas de higienização/limpeza
dos ambientes, com registro de período de realização;
- Nas salas de aula, a higienização deverá
ser realizada nos intervalos, principalmente de superfícies compartilhadas
(espelho, barra metálica, maçanetas etc.). Para a higienização dos ambientes
poderão ser utilizados desinfetantes à base de cloro, álcool e quaternário de
amônio;
- Rígido controle da limpeza do sistema de ar
condicionado, com registro de
período da mesma;
- Manter os ambientes ventilados e abertos
todo o tempo;
- Reforçar a limpeza e a desinfecção das
áreas da escola de dança, especialmente as superfícies mais tocadas (mesas,
teclados, maçanetas, botões);
- Disponibilização de álcool-gel 70% e
toalhas de papel descartáveis e cartazes com campanha para que os trabalhadores
higienizem as mãos com freqüência.
3.4.
ATIVIDADES COM PRESENÇA DE PÚBLICO
- Atividades com público: uma vez que as
Escolas e Cias de Dança se apresentam em teatros e outros espaços geridos por
outras instituições, seguiremos as medidas apresentadas por cada instituição,
sempre zelando pela preservação das medidas indicadas pelos órgãos
Governamentais;
- Ações de comunicação e conscientização
(público).
4.
MEDIDAS DE RETORNO POR ÁREA
4.1.
ATIVIDADES PRESENCIAIS EQUIPE DE ENSAIO
- Retorno gradativo às atividades presenciais
nas Escolas de Dança, com turmas adultas e juvenis, para adaptação da equipe
nas duas primeiras semanas, e inserção de demais turmas a partir da terceira
semana;
- Com o intuito de manter a segurança de
todos, as aulas serão em grupos de, no máximo, 30% da capacidade bailarinos na
sala, mantendo o distanciamento exigido pelos órgãos controladores e o mais
seguro possível;
- Manter o distanciamento mínimo de dois
metros entre cada um dos bailarinos para realização de aulas e ensaios. Haverá
marcações de ponto individual no chão;
- Para as danças realizadas com contato
físico: Será permitida a atividade ser realizada por casais ou duplas (casados,
namorados, união estável, pessoas do mesmo ciclo familiar, pessoas que morem ou
convivem socialmente e pessoas que se comprometam a dançar sempre com o mesmo
par); Não haverá trocas de pares durante as aulas;
- Grupos serão montados considerando-se o convívio
que os bailarinos já têm entre si e, principalmente, os locais de moradia, a
fim de minimizar os riscos;
- As dependências das escolas somente estarão
disponíveis para uso dos sanitários, devendo o bailarino dirigir-se a sala
devidamente preparado para sua atividade.
4.2.
ATIVIDADES PRESENCIAIS DEMAIS EQUIPES: PRODUÇÃO E TÉCNICA, ADMINISTRATIVO,
FINANCEIRO E ARQUIVO, EDUCATIVO, COMUNICAÇÃO E MARKETING
- Estas equipes farão retorno gradual e
rodízio semanal;
- Rodízios semanais, exceto para funcionários
que estão no grupo de risco;
- Todas as atividades que dispensem a
presença física, permanecerão remoto, salvo quando for necessário uma visita
técnica presencial e a mesma será feita seguindo os protocolos acima.
5.
AÇÕES PLANEJADAS PARA O RETORNO
- Preparar e higienizar o ambiente de
trabalho antes da entrada efetiva das pessoas;
- Rever a disposição das mesas, cadeiras e
espaços de trabalho para atender as orientações oficiais da Organização Mundial
de Saúde (OMS), Secretaria de Saúde e do Governo do Estado de Santa Catarina;
- Disponibilização de Álcool Gel 70%, Papel
interfolhado, panos e material desinfetante para limpeza geral e colocação na
porta de entrada de cada escola e sala;
- Higienização das Salas de Ensaios, Barras e
Equipamentos nos intervalos com registro desta periodicidade e cada membro da
equipe também deve ser incentivado a contribuir com a higienização de sua
própria mesa de trabalho, teclado, além outros equipamentos e materiais de uso
pessoal;
- Com a permissão do próprio funcionário,
medir a temperatura do mesmo na entrada e na saída;
- Elaboração de um guia com boas práticas e
orientações gerais de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS),
especialistas e órgãos Governamentais;
- Permitir troca de roupas na saída, somente
quando estritamente necessário,
garantindo que não ocorra aglomeração de
pessoas e tomando todas as precauções de higienização do ambiente;
- Manter as janelas abertas 100% do tempo,
independente da temperatura externa e portas abertas para a circulação de ar,
quando isso não for possível, garantir troca periódica de filtro do ar
condicionado, conforme orientação da OMS e órgãos governamentais;
- Desinfecção dos sapatos com álcool 70%
spray ou substância desinfetante, em todas as superfícies;
- Elaborar cartazes com frases motivacionais
e mensagens positivas visando trabalhar o inconsciente das pessoas, sempre seguindo
as orientações de órgãos Governamentais e especialistas no assunto;
- Planejamento de todos os horários e
rodízios de equipes e bailarinos.
7.
COMUNICAÇÃO INTERNA
- Reuniões online com a Direção e as demais
equipes envolvidas com a finalidade de definir novas condutas no processo de
retomada das atividades, esclarecimento de dúvidas, se necessário, além de
orientar a respeito de novos fluxos, procedimentos, materiais e outros insumos
que serão disponibilizados para todos.
- Distribuição da cartilha para o retorno por
e-mail ou whatsapp, com pedido de retorno sobre o recebimento da mesma;
- Cartazes com divulgação das medidas
adotadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ampliando a conscientização
dos novos comportamentos sociais.
8.
ORIENTAÇÕES PARA OS COLABORADORES
8.
1. USO DE MÁSCARAS
Todos os colaboradores de escolas de dança
deverão ter máscaras de uso individual, que devem usar da seguinte forma:
- No trajeto: casa-trabalho e trabalho-casa;
- Do início da jornada de trabalho até final
da jornada de trabalho;
- O processo de retirada da máscara do rosto
deve ser feito pelos elásticos e junte os dois lados, após isso acondicionar
dentro de um saco plástico até que seja higienizada;
- Essas máscaras não são descartáveis e devem
ser higienizadas pelo colaborador diariamente;
- As máscaras laváveis devem ser higienizadas
conforme as seguintes orientações: ao chegar em casa devemos lavar a máscara
com sabão neutro e água corrente, após deixar em solução com água sanitária
2,5% (utilizar o equivalente a duas colheres de sopa para um litro de água)
durante trinta (30) minutos e enxaguar bem; colocar para secar em local sem
grande incidência de sol; a máscara somente deverá ser utilizada quando
completamente seca.
- O que não deve ser feito com as máscaras:
não colocar as máscaras em equipamentos de lavagem ex: máquinas de lavar; não
utilizar amaciantes, principalmente se for alérgico; não reutilizar a máscara
sem higienizar; não compartilhar suas máscaras com outras pessoas; não misturar
as máscaras de tecido com outras roupas durante a lavagem.
8.2
REFEIÇÕES
- Desjejum: o colaborador da escola de dança
deve realizar em casa, antes de sair.
8.3.
ORIENTAÇÕES DE HIGIENE
- Ao sair ou retornar para casa, utilizar sua
máscara de proteção;
- Ao retornar para casa, antes de entrar,
tire os sapatos e tenha um chinelo para calçar. Os sapatos devem ser colocados
em local reservado (exemplo: área de serviço ou área externa) para que possam
ser devidamente higienizados;
- Retire a roupa e a coloque para lavar;
- Se possível, vá direto para o banho;
- Higienize várias vezes suas mãos e braços
durante o dia, ao chegar e sair de casa, no trabalho, nas refeições, no uso dos
sanitários, no uso de ambientes
compartilhados, no contato com superfícies ou
com outras pessoas;
- Na higienização dê preferência para água e
sabão, se não tiver, utilize álcool-gel.
9.
REFERÊNCIA
PROTOCOLO DE RETORNO DAS ATIVIDADES DA
ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA - SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA. Protocolo elaborado por:
Dra. Ana Carolina de Moura Coelho Médica Infectologista/CRM-SP 141.731
https://aprodancasc.blogspot.com/2020/04/impactos-economicos-na-danca-em-
santa.html
https://aprodancasc.blogspot.com/2020/06/comunicacao-gt-de-escolas-de-danca-sc.html
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