quinta-feira, 27 de maio de 2021

Vacina para Professores de Dança em Santa Catarina

 

Nessa semana a Setorial de Dança de Florianópolis, em reunião disponível no canal no YouTube https://www.youtube.com/watch?v=VtjoL8wj8FU, recebeu o superintendente da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, Fábio Botelho.

Na ocasião foi apresentando o mapeamento que está sendo realizado há cerca de um ano. Os dados do formulário foram fundamentais para apresentar o Setor de Dança para o Superintendente, que ficou surpreendido diante da instabilidade das pessoas que vivem de dança em Florianópolis.

A pauta principal foi a solicitação da vacina para professoras e professores de dança da cidade. Embora muitas pessoas da Setorial de Dança, atuem na docência da dança, elas não estão sendo contempladas no Plano de Vacinação da Educação, por não atuarem na educação formal.

Perto do final deste encontro, o superintendente da FFC pediu um ofício da Setorial referente a este assunto para ser encaminhado às Secretarias Municipais de Educação e da Saúde através da Fundação Franklin Cascaes.


O grupo de trabalho da Setorial de Dança de Florianópolis formado por: Carol Ferrari, Fernando Flesch, Karin Serafin, Paloma Bianchi e Sandra Meyer, elaborou ofício que já foi encaminhado à Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, ao Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis, e ao Gabinete da Deputada Estadual Luciane Carminatti.

Para ler o ofício acesse esse link:

https://drive.google.com/file/d/1X_EVbfz2peuPX8GqlYgWGreFu-tsDRUO/view?usp=sharing

Com objetivo de identificar os espaços culturais (formais e informais) que trabalham com dança em Santa Catarina, e corroborar com a solicitação da Setorial de Dança de Florianópolis a ser apresentada junto aos poderes municipal e estadual, a Setorial Dança Santa Catarina apóia essa campanha.

Solicitamos para os artistas de dança em Santa Catarina preencherem o cadastro disponível no link abaixo:

https://forms.gle/CcQmHDELJEZACUsx6

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Aprodança e Setorial Dança SC são parceiras do 11º Múltipla Dança

 O 11º Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea ocorre entre os dias 24 e 30 de maio numa versão inteiramente on-line. Todas as ações são mediadas por tecnologias digitais por meio do Zoom, Meet, YouTube, Instagram, Facebook. O evento, chancelado Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura 2020, envolve cinco países, oito Estados brasileiros, oito cidades catarinenses, 35 convidados, sete espetáculos, um curso de formação para professores de arte, quatro oficinas, dois diálogos, sete intervenções digitais, um lançamento de livro, uma homenagem e duas mostras, uma de apresentação de resultados de uma das oficinas e uma mostra de videodança que se desdobra em três programas e 26 obras. A Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina (Aprodança) e a Setorial Dança SC são parceiras do Múltipla Dança em um dos diálogos da programação.

O festival considerado o mais importante nesta área do Sul do Brasil conta com a participação da Aprodança e da Setorial Dança SC que, no dia 25 de maio, às 19 horas, nas plataformas YouTube e Facebook, realizam uma reflexão sobre a “Representatividade e Fortalecimento das Setoriais de Dança em Santa Catarina”. A mediação está sob o encargo de Maxwell Sandeer Flor, presidente da Aprodança, e tem como convidados os profissionais de dança de três cidades do Estado: Elton Gomes (Blumenau), Karin Serafin (Florianópolis) e Paola Zonta (Pinhalzinho). A intenção é discutir estratégias possíveis para a ampliação da representatividade e o fortalecimento das Setoriais de Dança de Santa Catarina.


Maxwell Sandeer Flor é produtor cultural, graduado em educação física na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc/Criciúma), especialista em dança e consciência corporal e com MBA em gestão de projetos. Coreografou o Grupo The Laws, União Dança de Rua e a Cia de Dança Unesc. Presidiu o Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma. Presidente da ASDC – Associação Dança Criciúma e Aprodança – Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina.

Elton Gomes é conselheiro municipal de cultura representando a cadeira da dança em Blumenau. Preside o Conselho Municipal de Política Cultural de Blumenau, é folclorista, coordenador do Grupo Folclórico Gartenstadt de Blumenau e vice-presidente do Instituto de Artes Integradas de Blumenau (Inarti), Também está envolvido nos festivais Festfolk e Fenatib, realizados em Blumenau.

Karin Serafin  é formada em artes visuais na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e em consultoria de moda no Senac, Karin Serafin  integra o Grupo Cena 11 Cia. de Dança desde sua fundação, atualmente nas funções de assistente de direção e produção. Está no segundo mandato como representante da Setorial de Dança de Florianópolis no Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis (CMPCF). Como artista independente  foi coreógrafa e intérprete dos trabalhos “Eu Faço uma Dança que a Minha Mãe Odeia”, “Parte da Paisagem” e “ECO”.

Paola Zonta é produtora cultural, pioneira na criação de espetáculos para circulação na região Oeste de Santa Catarina, Paola Zonta é pós-graduada em dança e consciência corporal, graduada em administração, com formação em balé clássico e nos grades da Royal Academy of Dance de Londres. Diretora do Experimental de Dança de Pinhalzinho e do Centro de Arte de Paola Zonta.


Programação completa:

multipladanca.art.br

facebook.com/festivalmultipladanca

@festivalmultipladanca

youtube.com/festivalmultipladanca

 

Contatos:

Jussara Xavier (48) 99946-4731 e Marta Cesar (11) 94926-5110. Ass. Imprensa: NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com Face: Néri Pedroso (48) 99911-9837 (Whatsapp).

Realização: Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura ∕ Artes – Edição 2020.



quinta-feira, 6 de maio de 2021

11º Múltipla Dança oferece quatro oficinas gratuitas com certificação


Focado na dança como experiência produtora de conhecimentos e acontecimentos, dedicado a promover a criação e difusão da dança contemporânea, tecido na articulação entre artistas profissionais, convidados, pesquisadores e o público, o 11º Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea entre os dias 24 e 30 de maio, inteiramente on-line, oferece quatro oficinas ministradas por cinco profissionais entre os dias 25 e 30 de maio, em diferentes horários.

Com certificados, inscrições gratuitas e 25 vagas (100 no total) condicionadas a um processo seletivo com o envio de um breve currículo, as aulas asseguram distintos públicos e abordagens. O festival é viabilizado pelo Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura – 2020.


“Sankofa – a Dança como Presente” está sob a responsabilidade de Orun Santana (PE), “Múltiplas Críticas” é ministrada por Néri Pedroso (SC), “Dança em Palavras: Experiência com Audiodescrição” por Lilian Vilela (SP) e os bailarinos Denise Namura e Michael Bugdahn, da Cie. À Fleur de Peau (França), propõem “Dançar Nossas Histórias”, cujo resultado ganha uma mostra de apresentação.

Orun Santana, artista, bailarino, capoeirista, professor, pesquisador em dança e cultura afro de Recife (PE), estrutura o conceito da oficina na sua pesquisa em dança intitulada “Ancestralidade do Presente”, na qual usa os princípios da dança dos orixás e da técnica acogny de danças africanas como método investigativo do corpo em sankofa, que retrata um pássaro firme no chão, a cabeça para trás, e simboliza a necessidade de olhar o passado, acessar a história vivida para aprender. Corpo ancestral, dança primordial que emerge na construção de uma relação com o tempo, o professor bailarino quer alunos com idade acima de 16 anos porque propõe uma experiência prática de dança. “Mover o tempo dentro de nós, construir novos presentes para nós mesmos”, explica Santana para quem o mover ancestral ancora-se no tempo, cria conexão do passado presente no corpo, constrói novos futuros.

A oficina “Múltiplas Críticas” atende estudantes, artistas, pesquisadores, professores, espectadores, formadores de opinião e interessados na prática de um texto crítico. À luz da era da comunicação, a partir de uma reflexão teórica sobre o papel da crítica, aproxima crítica e criação na emergência de um repertório em sintonia com a dança contemporânea. Cada encontro de duas horas, é ministrado pela jornalista Néri Pedroso, também uma das articuladoras e assessora de imprensa do Múltipla Dança. Ela quer compartilhar sua experiência em jornalismo cultural no papel de editora e coordenadora de cadernos nos quais sempre manteve um elenco de críticos, pois entende que a produção artística pede legitimação e análises criteriosas que permitam pensar a criação sob outra ótica, além de intermediar olhares entre artistas e espectadores, bem como produzir memória sobre obras e eventos.

Um diferencial do 11º Múltipla Dança é enfatizar o desejo de textos críticos. Os participantes são convidados à experimentação, podem produzir um texto sobre o 11º Múltipla Dança com foco em um espetáculo, oficina, diálogo, conferência, qualquer uma das ações ou sobre o festival por inteiro. Do conjunto, apreciado por um comitê editorial, cinco textos serão pagos – R$ 300,00 – e ganham publicação nos sites Midiateca de Dança e Conectdance. Além de Néri Pedroso, o comitê conta com as críticas de dança Ana Francisca Ponzio e Sandra Meyer.

Jornalista cultural, crítica e curadora na área de dança, Ana Francisca escreveu para alguns dos principais veículos da imprensa brasileira – como jornais “O Estado de S. Paulo”, “Folha de S. Paulo”, “Valor Econômico” e revista “Bravo!”. É autora do livro “Escola de Dança de São Paulo – 80 Anos”. Realizou eventos de dança como Dança em Pauta e Panorama Sesi de Dança, é criadora e editora do website Conectedance. Sandra Meyer é artista e pesquisadora. Professora titular do Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), lecionou entre 1989 e 2016, dança e técnicas corporais no curso de licenciatura em teatro e no Programa de Pós-Graduação em Teatro. Doutora em comunicação e semiótica, autora de livros sobre dança. Atuou como crítica de dança do caderno cultural Anexo do jornal “A Notícia” (Joinville/SC). Dirigiu o documentário “Limiares” (2014), foi curadora do Festival Internacional de Dança de Recife (2009/10) e membro do Conselho Artístico do Festival de Dança de Joinville (2008/10). Foi membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Florianópolis, como representante da área de dança (2008/10). Integra o coletivo Corpo, Tempo e Movimento e preside o Instituto Meyer Filho.

Acima dos 60 anos

A Cie. À Fleur de Peau, constituída por Denise Namura e Michael Bugdahn (França), tem como público alvo pessoas acima de 60 anos com motivação e desejo de participação assídua numa oficina de dança-teatro, cujo principal objetivo é a prática do movimento lúdico, tratada com humor e sensibilidade. A partir do prazer da dança, querem desenvolver o exercício de memória e liberar o imaginário, ou seja, como se expressar com o corpo e dançar inspirando-se em seus próprios gestos, histórias e lembranças. Denise e Michael têm o humano no centro da prática artística, o desenvolvimento da relação dos indivíduos dentro de um grupo e criação de um espaço de liberdade. Em razão da pandemia, por meio de uma tela, no espaço virtual, os participantes criam alguns módulos dançados a partir de certas indicações, utilizam elementos dos espaços onde estão em isolamento social e/ou ligados às suas próprias histórias. Os coreógrafos, que consideram o ensino e a transmissão como aspectos essenciais de sua pesquisa, também sugerem o aprendizado de algumas sequências dançadas.  O resultado da oficina ganha uma mostra de processo criativo, nos dias 29 e 30 de maio, às 18h, no Youtube. Denise é brasileira, Michael é alemão. Eles vivem em Paris desde 1979, onde fundaram a companhia em 1989. Desenvolvem peças coreográficas híbridas, com o gesto carregado de sentido, uma escritura poética e um humor tragicômico.

Acessibilidade e interação

A oficina “Dança em Palavras: Experiência com Audiodescrição” instiga experiências com a audiodescrição, recurso de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, baixa visão, entre outros. Atividade de mediação linguística que transforma informações visuais em verbais, a técnica possibilita maior participação e interação das pessoas no mundo das artes. A professora Lilian Vilela alerta que não é necessário conhecimento prévio sobre o recurso de audiodescrição, basta estar interessado em participar. A oficina propõe elaborar frases de movimentos escritas e adentrar em histórias dançadas com a intenção de compartilhar experiências com e sem o uso do sentido da visão. Professora nos cursos de bacharelado e licenciatura em artes cênicas, e do programa de Pós-graduação em Artes no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo. É graduada em dança, mestre em educação motora e doutora em educação. Intérprete e criadora em dança com a Balangandança Cia., Grupo Saia Rodada e outros grupos com os quais fez apresentações em diferentes Estados do Brasil, Portugal, Finlândia e Austrália. Audiodescritora e consultora de dança em trabalhos audiodescritos (AD) com atuações como roteirista e narradora em mostras e espetáculos de teatro e dança. 

 

FICHA TÉCNICA DO MÚLTIPLA DANÇA

Direção, coordenação de programação e curadoria: Jussara Xavier e Marta Cesar

Produção executiva:  Gisele Martins

Design gráfico e mídia eletrônica: Paula Albuquerque

Assessoria de imprensa: Néri Pedroso

Fotografia e vídeo: Cristiano Prim

Operação de streaming: Casarinha 

Tradução e interpretação em Libras: Danielle Sousa e José Ednilson Gomes de Souza Júnior

Articuladoras: Jussara Xavier, Marta Cesar, Néri Pedroso e Paula Albuquerque

Ilustração: Fabio Dudas, sobre fotografia de Arnaldo J. G. Torres (Miriam Druwe - Cia. Druw).

Agradecimentos: Ana Francisca Ponzio, Elke Siedler, Regina Levy e Sandra Meyer

 

SERVIÇO

O quê: 11º Múltipla Dança - Festival Internacional de Dança Contemporânea

Quando: 24 a 30.5.2021, diariamente

Onde: Zoom, Meet, YouTube, Instagram, Facebook

Quanto: gratuito (todas as ações)

Classificação: livre para todos os públicos

 


SERVIÇO OFICINAS

Inscrição: gratuita, com direito à certificado

Link para o formulário de inscrição: https://forms.gle/Jcdn5Z7HrgvoSVk29

 

“Sankofa – a Dança como Presente” - Orun Santana (PE)

28 a 30 de maio, 15 às 17h, Google Meet”

 

“Múltiplas Críticas” – Néri Pedroso (SC)

25 a 27 de maio, 14 às 16h, Google Meet

 

 “Dançar Nossas Histórias” – Cie. À Fleur de Peau Denise Namura e Michael Bugdahn (França)

26 a 28 de maio, 15 às 17h, Google Meet

 

“Dança em Palavras: Experiências com Audiodescrição” – Lilian Vilela (SP)

25, 26 e 28 de maio, 10 às 12h, Google Meet

 

Mostra de Processo Criativo

Com os participantes da oficina “Dançar Nossas Histórias”

29 e 30 de maio, 18h, YouTube

 

Realização: Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultural (FCC), com recursos do Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura ∕ Artes – Edição 2020

 

Contatos:

Jussara Xavier (48) 99946-4731 e Marta Cesar (11) 94926-5110

Ass. Imprensa: NProduções Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com.br Face: Néri Pedroso (48) 99911-9837 whatsapp

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Ballet Clássico Arte de Terpsícore

     Esta obra que se configura como uma propedêutica ao estudo e aprendizado da dança, O Compêndio de Ballet Clássico, a arte de Terpsícore, revela-se acima de tudo uma obra preciosa. Nesta obra, com uma breve exposição da história da dança, em especial do ballet clássico, além de fornecer acesso a informações sobre o ballet na Itália e França e sua introdução, seguido do seu desenvolvimento, na Rússia para além da história da dança e de sua relevância para o homem, enquanto expressão de sua vitalidade, aqui o ballet é despido para dar uma relevante contribuição para o seu ensino. Podemos através da leitura do Compêndio passear assim dos fundamentos técnicos da dança, sem que a perca a sua poesia. No ballet, o dançarino luta constantemente contra as leis da natureza. Como um pássaro, desafia as leis da gravidade em piruetas e grandes saltos que consolidam a liberdade no domínio técnico, sem a perda da dimensão artística.

    A poesia que se materializa no espetáculo de ballet aqui tem a mesma relevância que seus fundamentos técnicos. A arte mantém uma dialética com a natureza manipulada, adestrada pelo bailarino. Eis a prova de que o homem vence a natureza, não apenas através do domínio da mesma pelas técnicas, apenas possíveis após a Revolução Científica Moderna, mas principalmente através de formas artística que fazem parte da vida do homem deste os tempos que houve a ruptura entre este e a natureza.

    Outro ponto positivo da obra é a forma é como apresento as terminologias próprias do ballet. Ele expõe as suas técnicas, métodos de ensino e nos presenteia com um breve estudo sobre anatomia que se mostra imprescindível para o aprendizado de dança, em especial o ballet clássico. Por isso é útil aos aficionados pelo ballet, necessário para aqueles que estão sendo iniciados na dança ou seus mestres. Aqui encontramos orientações práticas como a idade correta para o início das aulas de ballet e o vocabulário francês próprio da dança.

    Em suma, este opúsculo apresenta de forma rápida, com leitura leve, as questões principais concernentes ao ballet clássico, apresentando-se como ótimo manual. A todos, não importa idade, tampouco o envolvimento com a dança, seja mero espectador, seja estudante ou professor de ballet, bailarino ou bailarina, trata-se de uma promessa de boa leitura.

    Tadeu Ribeiro é professor, coreografo e diretor de ballet. Como escritor, Tadeu Ribeiro é autor de quatro obras: Tadeu Ribeiro em 3 tempos, Travessia, Estrada Real e Ballet Clássico Arte de Terpsicore.



Adquira o seu exemplar; nos link´s abaixo.

https://aprendendoballet.com.br/livro-impresso-e-digital-ballet-classico-arte-de-terpsicore-tadeu-ribeiro/

Ficou com dúvidas?

Fale direto com o Autor Prof. Tadeu Ribeiro pelo Whatsapp: 42 99826 9396



quarta-feira, 8 de julho de 2020

ATA - Reunião Remota - Setorial Dança Norte SC - 06/07/2020

No dia sete do mês de julho do ano de dois mil e vinte às vinte horas na sala virtual meet.google.com/zni-rtkv-kab aconteceu Reunião Remota da Setorial Dança Norte SC, divulgado nas redes sociais da Setorial Dança Santa Catarina e da Aprodança. As pautas discutidas foram: Apresentação introdutória da Lei Aldir Blanc, com Mary Elisabete Benedet (Coordenadora de Operacionalização da Lei Aldir Blanc da Fundação Catarinense de Cultura); Desdobramentos sobre a Lei Aldir Blanc, com Liliane Alvez da Fundação Catarinense de Cultura; Apresentação do Edital Elisabete Anderle 2020, com Luiz Nilton Corrêa (Presidente da COA 2020 / Fundação Catarinense de Cultura); Relato sobre as organizações das Setoriais das mesorregiões de Dança em Santa Catarina (Maxwell Sandeer Flor do Conselho Estadual de Cultura) e Relato sobre a Proposta de Protocolo de Funcionamento de Escolas de Dança SC, com Agna Muller (Aprodança). Estavam presentes na reunião remota: Maxwell Sandeer Flor, Andressa Borges Gomes Flor, Annie Chamee Dias, Bia Mattar, Tadeu Ribeiro, Luiz Nilton, Liliana Alvez, Agna Muller, Kathellen Klein, Carolina Rios, Alice Cristine Schnornberger, James Vinícius Portela da Luz, Erika de Moura Nessler, Karine Livian, Ana Flavia NicolottiScapin, Mary Elizabeth Benedet, Bruna Lorrenzzetti, ScheilaMelatti, Rodrigo Jurck, Naiade Schardosim, Aline Martins, Eliseo Lemos e Alex Santana. Após uma breve fala do presidente do Conselheiro Estadual Maxwell Sandeer Flor passou a palavra para o representante Tadeu Ribeiro que saudou todos os participantes e destacou o quanto é importante a região se encontrar para esses encontros. Em seguida Mary iniciou sua fala sobre a Lei Aldir Blanc, e aplicação do Mapa Cultural, sublinhando que nosso mapa é uma “radiografia do nosso Estado”, dizendo que a ação é de todos para todos, sendo que esta se pensando o repasse da melhor forma possível. Liliana Alvez, fez uma breve explanação dos desdobramentos da Lei Aldir Blanc, e disse que foi encaminhada ao Governo a formação de uma Comissão de operacionalização e Operacionalização da Lei Aldir Blanc. Tadeu pergunta: Como levar as informações para os gestores? Liliana responde: Todos devem estar cadastrados no Mapa Cultural SC, além disso a busca ativa de agentes culturais por município é uma estratégia necessária para a destinação dos recursos da Lei Aldir Blanc. Deve-se se organizar e formalizar a comunicação. Maxwell fala sobre o Estudo de Impacto Econômico da Dança em Santa Catarina, e cita a pesquisa realizada. Alex Santana: Descreve que seu município não tem Fundo Municipal de Cultura, e nem Conselho Municipal de Cultura existe. E gostaria de saber se seu município com essas condições irá receber o recurso. Liliana responde: Todos os municípios vão receber o recurso, porém precisa da participação em conjunto da sociedade civil e do governo municipal para a destinação correta. O objetivo é dar suporte aos agentes e espaços culturais. E o Mapa Cultural SC é a forma de busca ativa de fazedores de cultura em nosso estado. Agna pergunta: Os grupos de dança que não são formalizados como funcionará o repasse? Liliana responde: Os grupos poderão receber o valor mínimo e a prestação de contas é feita por recibo simples. Maxwell passa a palavra para Luiz Nilton, ele se apresenta e explica sobre o Edital Elisabete Anderle 2020, e também fala que para participar do Edital precisa ser inscrito no Mapa Cultural SC. Agna pergunta: Qual a diferença de resultado de trabalho entre a pesquisa e a produção no Edital Elisabete Anderle? Luiz responde: A pesquisa é o início de tudo, que, por exemplo, pode se levar a um documentário. Destaque a importância de pelo menos apresentar uma proposta de audiovisual para compartilhar os resultado da pesquisa. Bia Mattar pergunta: Sobre o edital de pareceristas. Luiz responde: Que nesse ano foi realizado um edital para pareceristas, pois foi uma das questões observadas pelo Conselho Estadual de Cultura ano passado, e foi atendido pela FCC. Maxwell depois fala sobre a pauta das setoriais e destaca que já temos organizado 4 Setoriais das mesorregiões de Santa Catarina: Sul, Norte, Oeste e Serrana, e que ainda falta formarem da Grande Florianópolis e Vale do Itajaí. Agna relata sobre a Proposta de Protocolo de Funcionamento das escolas de Dança de SC, com as especificidades na área da dança em período de pandemia. Tadeu disse que leu o relato e parabeniza a proposta do protocolo, pois acredita ser a forma de valorizar os espaços. O Conselheiro estadual de Cultura Maxwell Sandeer Flor abriu fala para considerações finais e encerrou a reunião as vinte e uma e trinta minutos, e não havendo mais nada para relatar sobre a Reunião Remota da Setorial Dança Norte SC, que acompanha de imagem da reunião virtual e Card da Divulgação. Eu Andressa Borges Gomes Flor lavro esta ata. 








sexta-feira, 3 de julho de 2020

[CONVITE] Reunião Remota – Setorial Dança Norte SC


Vimos por meio deste, CONVIDAR todos os agentes culturais da linguagem da dança e gestores da pasta de cultura da Mesorregião do Norte Catarinense para Reunião Remota - Setorial Dança Norte SC, no dia 06 de julho de 2020, às 20 horas, na seguinte plataforma digital: meet.google.com/zni-rtkv-kab para dialogar sobre as seguintes pautas:

- Desdobramentos sobre a Lei Aldir Blanc, com Liliane Alvez da Fundação Catarinense de Cultura;
- Relato sobre as organizações das Setoriais das mesorregiões Dança SC, com Maxwell Sandeer Flor do Conselho Estadual de Cultura;
- Relato sobre a Proposta de Protocolo de Funcionamento de Escolas de Dança SC, com Agna Muller da Aprodança;
- Apresentação do Edital Elisabete Anderle 2020, com Luiz Nilton Corrêa, Presidente da COA do Edital e Técnico da Fundação Catarinense de Cultura.

A primeira pauta trata-se das necessidades de informações de como pode encaminhados a utilização dos recursos da Lei Aldir Blanc, orientando os gestores municipais de cultura sobre a Lei 14.017/2020 e MP 986/2020.

Desde já agradecemos pela atenção nesse canal virtual e aguardamos sua presença para estreitar encaminhamentos coletivos na política pública de cultura catarinense.

Setorial Dança Norte Santa Catarina
Setorial Dança Santa Catarina


quinta-feira, 2 de julho de 2020

CARTA COLETIVA - Setorial de Dança Oeste Catarinense


CARTA COLETIVA
Aos Gestores da Pasta de Cultura dos Municípios da Região Oeste de Santa Catarina

Tendo em vista a PL 1075/2020 - Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, que dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural, a serem adotadas durante o estado de calamidade pública – reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020 –, que fora aprovada na Câmara de Deputados Federais em 26 de Maio de 2020, e com unanimidade aprovada no Senado em 4 de Junho de 2020, nesse momento aguardando sansão presidencial – com prazo máximo até 30 de Junho de 2020 –, a Setorial de Dança Oeste Catarinense vem, através desta Carta Coletiva, solicitar um posicionamento da Gestão Municipal em relação à Lei Aldir Blanc
Segundo o Art. 2º da Lei:
“A União entregará aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, em parcela única, no exercício de 2020, o valor de R$ 3.000.000,00 (três bilhões de reais) para aplicação, pelos Poderes Executivos locais, em ações emergenciais de apoio ao setor cultural por meio de:
I - renda emergencial mensal aos trabalhadores e trabalhadoras da cultura;
II - subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias que tiveram suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social; e
III - editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas tais como cursos, produções (inclusive audiovisuais), de desenvolvimento de atividades de economia criativa e economia solidária, de manifestações culturais, bem como à realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou disponibilizadas por meio de redes sociais e outras plataformas digitais.”
Ainda, conforme o Art. 3º, inciso II, que trata dos valores repassados aos Municípios – 50% do montante total (R$ 1,5 bilhão) –, a lei determina que o valor destinado a cada município será calculado da seguinte forma:  20% (vinte por cento) de acordo com os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e 80% (oitenta por cento) proporcionalmente à população”.

Nesse sentido, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) disponibilizou em 03 de Junho de 2020, a previsão de valor que cada município deverá receber:


Portanto, considerando que, de acordo com o parágrafo 1º do Art. 3º: “Os Municípios terão prazo máximo de 60 dias, contando da data de recebimento do recurso, para a destinação prevista no Art. 2º desta Lei”E que, conforme o parágrafo 2º do mesmo artigo: “Os recursos não destinados ou que não tenham sido objeto de programação publicada no prazo máximo de 60 dias após a descentralização aos Municípios deverão ser automaticamente revertidos ao fundo estadual de cultura do Estado onde o Município se localiza ou, na falta deste, ao órgão ou entidade estadual responsável pela gestão desses recursos”.      

Nós, Profissionais da Dança, Membros da Setorial de Dança Oeste Catarinense viemos, por meio dessa, solicitar posicionamento da Gestão Municipal de Cultura com relação aos procedimentos que já estão sendo tomados frente a possível aprovação da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

SETORIAL DE DANÇA OESTE CATARINENSE
Adriana Antunes - Live Of Dance - Lajeado Grande
Adriana Biazussi Lolatto - Instituto Cultural de São Lourenço do Oeste / Espaço Dança - Chapecó
Alex Ercego Roden - Grupo Expressão do Ritmo- Academia Training Park - Chapecó
Aline Bazzo - Departamento de Cultura de Salto Veloso
Analie Pasquali - Departamento de Cultura de Herval do Oeste
Andressa Traiczuk - Espaço Bela Dança - Joaçaba
Bianca Pinheiro - Departamento de Cultura de Lebon Régis
Carla Mombelli - Espaço Dança - Chapecó
Carlos Pinheiro - Grupo de Danças Tradicionalistas Gaúchas - São Miguel do Oeste
Carolina Pereira da Silva - Soul Move / SP Dance School - Chapecó
Carolina Alana da Silva - Eti Ballet - São Miguel do Oeste
Claudemir Rodrigues - Instituto Cultural de São Lourenço do Oeste / Corpo Municipal de Dança de Abelardo Luz
Cleci Maria Wathier Da Silva - Grupo de Danças Ítalo Germânico - São Miguel do Oeste
Damiana Fernandes de Melo - Secretaria de Cultura de Chapecó
Daniela Badin Moreira - Maravilha
Danrlei Barboza dos Santos - Casa da Cultura de Herval do Oeste
Diane Cristina Tanques - Espaço Artístico MovArt - Joaçaba
Diego Gonçalves - Cia de Dança Expressão Corpo e Arte - Xanxerê e Ipuaçu
Eliezer Pandolfo da Silva - Escola de Dança Santa Orlan - Itapiranga
Elisângela Rubia Rockenbach Vieira - Vanessa Batistello Escola de Dança - Chapecó
Etienne Kaiut Schemberger Klein - Eti Ballet - São Miguel do Oeste
Francielli Silva - Grupo Passos do Sul - Chapecó
Gabriel de Oliveira Silva - Street Queens - Fraiburgo
Gabriel Eusébio Vicentin Seibel - Centro de Arte Paola Zonta - Pinhalzinho
Gerson dos Santos - Departamento de Cultura de Monte Carlo
Géssica Lisiane Ferreira Marques - Escola de Arte e Dança Géssica Marques - Maravilha
Gisele Fenili - SESC Caçador
Heidi Wachter Zuge Schaly - Espaço Bela Dança - Joaçaba e Treze Tílias
Heloísa Fabian Battistella Lasta - Academia Corpo Vital e Diogo Lasta Personal Trainer - Catanduvas e Jaborá
Igor do Espírito Santo da Cruz - Espaço Artístico MovArt - Joaçaba
Jeferson de Quadros Moreira - Maravilha
Jenifer dos Santos - STUDIO D Corpo Em Movimento - Caçador
Jessica Rodrigues – Cultura de Jardinópolis
Jocimar de Quadros Moreira - CTG Herança Gaúcha / CTG Fronteira da Querência - Chapecó
Joekson de Quadros Moreira - CTG Estância do Rincão - Quilombo
José Veríssimo Brisola - Grupo de Danças Gaúchas de Veteranos do CTG Porteira Aberta - São Miguel do Oeste
Josiano Guilherme Puhle - Arte e Movimento - Ibicaré
Jucinéia Zantedeschi Campagnollo - Escola de Artes de Chapecó / Grupo de Ballet Com...Passos - Planalto Alegre
Julio Cezar Alberguini - Cia 1 - Joaçaba
Julvane Bianchin - Arvoredo
Kauê Nathan Rodrigues - La Danse Studio Company - Chapecó
Laudiani Gonçalves - Sttylu'S Dance - Campo Erê
Leila Inês Franz Coelho - Invernada Artística Amizade Sem Fronteiras - São Lourenço do Oeste
Luana Pandolfi Lima - Studio de Dança Luana Lima - São Lourenço do Oeste
Luiz Israel - Estúdio de Dança Teatro Alfredo Sigwalt - Joaçaba
Malu Zardo - Estúdio de Dança Malu Zardo - Caçador
Marcelo Siqueira - What’s Up Dance Crew - Pinhalzinho
Marcia Araldi - CRAS / SCFV - Bom Jesus
Mariane Kerbes - La Danse Studio Company / Vanderleia Pavoski Studio de Dança - Chapecó e Xanxerê
Mariane Santos Ribeiro - Studio Apple - Fraiburgo
Marina Epeling - Cuore Jazz Dance - Videira
Marinalda Bedin - La Danse Studio Company - Chapecó
Matheus Togni Spiecker - CTG Amizade sem Fronteiras - São Lourenço do Oeste / CTG Sinuelo da Fronteira - Dionísio Cerqueira / CTG Portão do Oeste - Itapiranga
Mickaela Andressa Herbert - Grupo de Danças Ítalo-Germânico - São Miguel do Oeste
Mônica Machado - Studio M Grupo de Dança - Videira
Monica Pozzebon - Espaço de Dança Superativo / Projeto Social Alegria de Viver - Joaçaba e Campos Novos
Nágila Karina Castaldello Sabino - Casarão Das Artes - Quilombo
Nicoli Battiston - Vanessa Battistello Escola de Dança - Chapecó
Olguin Ricardo Metz - Grupo Municipal de Danças de Arabutã / Grupo de Danças da Escola de Educação Básica de Arabutã / Grunnenthal Wolkstangruppepo de Nova Estrela / Grupo de Danças Germanicas Sonnensthal - Arabutã
Paola Zonta - Centro de Arte Paola Zonta / Experimental de Dança de Pinhalzinho
Patrícia de Lara - Move Studio de Dança e Saúde - Chapecó
Patrick Juliano Zancanaro Campos - Federazione Folk La Serenissima - Pinhalzinho
Pedro Alexsandro Rodrigues Cavalheiro - Fraiburgo Dance Company / EEB Gonçalves Dias - Fraiburgo
Rute Tatiane Kuhn - Tanz Gruppe Heiliger Joseph - São Lourenço do Oeste
Samuel de Paula - Soul Move Centro de Danças Urbanas - Chapecó
Sergio Moacir de Borba A.R.A.D. - Espaço Dança - Chapecó
Sirlei Martins Ferrasso - Prefeitura Municipal de São Miguel do Oeste
Sonia Cristina Della Torres Briancini - Cia de Dança Realce - Cordilheira Alta
Tiago dos Santos - Casa da Cultura de Concórdia
Vanessa Batistello - Vanessa Batistello Escola de Dança - Chapecó
Whatana Girotto - Whatana Girotto Pilates e Dança - Videira
Yuka Dhiana Miranda Piovezan - Expresso da Dança - Faxinal dos Guedes
SETORIAL DANÇA SANTA CATARINA
APRODANÇA SC – Associação Profissional de Dança de Santa Catarina

Oeste Catarinense, 23 de Junho de 2020.






ABERTO PROCESSO ELETIVO DA SOCIEDADE CIVIL PARA COMPOR O CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA

  A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) publicou o regulamento do Processo Eletivo da Sociedade Civil para compor o Conselho Estadual de C...